quarta-feira, 25 de julho de 2012

O Escritório do Skype

Diferente do que se pode imaginar, o escritório do Skype não é todo azul e branco como seu logotipo. Mais uma prova de que projeto de interiores corporativo não precisa necessariamente seguir a risca as cores da identidade visual da empresa.

Com uso de móveis e objetos de design assinado com formas geométricas bem exploradas, a decoração conta com a cor branca e variações do cinza como base e aplicação bem distribuída de outros tons pelo ambiente. 
 














 
 

quarta-feira, 18 de julho de 2012

11 prédios que são referência na Arquitetura Sustentável

A chamada Arquitetura Sustentável não é um estilo arquitetônico em si, mas uma série de princípios que permeia o projeto e a execução dos edifícios.

Conforme um dos artigos anteriores do Arquitetura Verde, Arquitetura Sustentável é aquela que oferece um ambiente de boa qualidade ao usuário, com uso otimizado da energia e redução do impacto ambiental, devendo ser um sistema em equilíbrio, que produza poucos dejetos na sua construção e durante seu uso.

Prédios que são referência na construção sustentável

 

A Arquitetura Sustentável atualmente se apresenta em variadas linguagens, desde as mais simples às mais tecnológicas. Veremos alguns exemplos de prédios que são referência na construção sustentável.

Arquitetura Vernacular

 

Casa-folha, do Escritório Mareines+Patalano Arquitetura

 

Arquitetura Orgânica


Centro Cultural Jean Marie Tjibaou, do arquiteto Renzo Piano

Nautilus, do arquiteto Javier Senosiain

Bioarquitetura


Instituto Baleia Jubarte, do Instituto Tibá

Green School, construída na ilha de Bali, Indonésia

Arquitetura Racionalista


Bedzed, do arquiteto Bill Dunster

Arquitetura Crítica Tipológica


Centro da Cultura Judaica, do arquiteto Roberto Loeb

Arquitetura High-Tech


HSBC Hong Kong, do arquiteto Norman Foster

Formas da Luz


Berliner Bogen, do escritório BRT Arkitecten

Linguagem Verde

 

Edificio Pergola, do arquiteto Bruno Stagno

 

Edifício da Pioneer, do arquiteto Enrique Browne

 

Inspirações

 

Como vimos, não há um padrão a ser seguido para uma arquitetura ser considerada sustentável: pode-se utilizar desde os materiais mais simples, como a terra existente no próprio terreno, até os mais modernos sistemas de automação.

O importante é aumentar a eficiência energética do edifício, usar materiais com certificação ambiental e, principalmente, atender os anseios dos usuários, proporcionando a eles mais qualidade de vida.

 


Fonte: Coletivo Verde

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Tapete, estante, sofá dobrável e mais peças sustentáveis e econômicas

A crise econômica mundial trouxe algo bom: mesmo em países ricos, as pessoas começam a pensar o consumo exagerado e buscam ideias mais acessiveis para a casa. 

 

Os produtos mostrados aqui não estão à venda no brasil – servem apenas para ilustrar as tendências.

O tapete Siepe, da designer Paola Lenti, é tecido à mão, porém usa matéria-prima de ponta: cadarços feitos de um polímero. Por isso pode ficar em área externa.
Parece o bicho da goiaba, mas o Crazy head é um porta-capacete ou chapéu. A boca do utensílio, feito de polietileno em 11 cores, organiza chaves e gravatas. Também inclui um gancho para pendurar casacos. Da italiana Myyour.
Com múltiplas funções, o módulo de polietileno Quby guarda livros e ainda divide ambientes sem impedir a passagem de luz. Pode apoiar-se no chão ou ser pendurado na parede. Da italiana B-Line.
Com tampo de vidro, é mesa; sem vidro, pufe. Produzidas em plástico resistente, em 14 cores, as peças da Myyour (assinadas pela Moredesign) lembram uma espaçonave. São empilháveis e fáceis de movimentar.
Quem diria que barras de aço usadas na construção virariam pés de mesa? O designer Sylvain Willenz apostou no material, pintado com tinta fosca, para desenvolver a coleção Candy Tables, que tem tampos também de aço. Da italiana Cappellini.
Estica e puxa. É assim que funciona a poltrona-cama Virgola, criada por Giulio Manzoni para a italiana Campeggi. Em formato de vírgula, o braço tem função de encosto.

 

Fomte: casa.com.br

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Casa de sonho com vista para o canal de São Sebastião

Tão cara aos marinheiros, a sensação de deslizar sobre as águas do oceano permeia este pedaço de terra firme. A casa, refúgio de um velejador de longa data, evoca em cada ambienteo que ele antes só experimentava na proa da embarcação: estar diante de um horizonte sem fim. Foi justamente a rara vista para o canal de São Sebastião que o levou a escolher este terreno íngreme. Respeitando o limite de 8 m de altura imposto pela legislação, o arquiteto André Becker, de São Paulo, organizou os três níveis da moradia com dois cubos desencontrados de 7,50 m de lado. Os dois patamares inferiores dedicam-se aos quartos. Na parte mais alta do lote, a entrada desemboca nas áreas de convivência – sala, cozinha e um terraço de 70 m² que se lança, como num mergulho, à paisagem.

Fincado numa encosta íngreme de Ilhabela, litoral de São Paulo, este projeto emoldura entre seus ângulos retos a paisagem do canal de São Sebastião. Além das aberturas generosas, estratégias inteligentes tornam os ambientes arejados como a proa de um navio.

 

A entrada pela face leste dá acesso direto às áreas sociais. Discreta, a janela da cozinha, um rasgo horizontal, ajuda a promover a ventilação cruzada e abriga uma floreira com temperos, pedido do proprietário.

Nove chapas metálicas expandidas (que parecem grades, pois passam por estiramento na fabricação), da Permetal, compõem a cobertura fixada por tirantes metálicos numa viga de concreto. Elas refletem os raios solares ao mesmo tempo que sombreiam a sala e protegem parte do terraço da insolação no lado oeste.

Isso sem obstruir a visão do céu. “Vista da parte mais baixa do terreno, a superfície é quase transparente”, descreve o arquiteto, que elegeu o piso de mosaico português. Tapete da By Kamy.

Localizados no piso mais baixo, os dormitórios dos dois filhos, além de privacidade, oferecem vista para a copa das árvores do terreno preservadas pelo projeto.

Revestida de cimento queimado com detalhes de madeira, esta escada leva da área social aos quartos nos pisos intermediário e inferior.

O formato da casa é definido por dois cubos desencontrados. Um deles – o que abriga todos os quartos – está totalmente visível na foto à esquerda. A laje que dá origem ao terraço encobre parcialmente o outro, mais atrás. Cada um dos pisos da casa tem entre si a diferença de 3,50 m.

O movimento dos barcos no canal pode ser observado durante um banho de ofurô. Na suíte principal e nos demais quartos, o piso de cimento queimado recebeu juntas de madeira para evitar trincas, formando módulos de 1,50 x 1,50 m.

Uma das raras estruturas curvilíneas do projeto, a escadaria externa é uma passagem alternativa às áreas sociais, conectando a entrada à piscina, à churrasqueira e à área de serviço.


O terraço, contínuo à sala, foi pensado para evitar todo tipo de interferência visual entre este espaço da casa e o horizonte. Os bancos em L, elevados, permitem que da piscina se enxergue o canal, povoado por embarcações.


Fonte: casa.com.br

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Iluminação para escritórios

É no escritório que passamos boa parte de nosso dia, seja em casa ou em empresas. Por isso, é essencial que esse ambiente seja minimamente confortável e boa parte dessa sensação começa pela luz ideal, que dará aquela mãozinha para que as tarefas sejam executadas com eficiência sem se tornarem cansativas. Planejar a iluminação de um escritório ou home office não é tarefa das mais simples. Por isso, convidamos três especialistas no assunto, que darão dicas de como torná-la mais assertiva. Confira!
Lâmpada ideal: a escolha desse acessório depende, primeiramente, do orçamento disponível. Segundo Alexandre Giovanetti, consultor de iluminação da Sylvania Iluminação, as lâmpadas mais eficientes – medição que leva em consideração o quanto de energia se gasta para gerar luz – são, respectivamente, as de LED e as fluorescentes. “Em termos de custo unitário, a fluorescente é mais acessível, mas a longo prazo a LED é mais viável, porque é mais resistente e demanda menos manutenção, já sua vida útil é de duas vezes e meia a três vezes maior do que a fluorescente”, afirma.
Temperatura da cor: Certamente, você já reparou que algumas lâmpadas são mais amareladas, enquanto outras possuem coloração azulada, mais próxima ao branco. Isso é a temperatura da cor, que é medida em graus Kelvin. Para escritórios em ambientes corporativos, costuma-se optar por lâmpadas com cores mais azuladas e brancas. “As cores frias [de 4000 a 5000K] sugerem dinamismo e criam percepções humanas de rapidez e produtividade, ao contrário das de cores quentes [aproximadamente 2700K], que sugerem aconchego  ao ambiente”, justifica Vanessa Cassol, arquiteta especialista em iluminação, de Palmas (TO). “Ao contrário do que se pensa, as lâmpadas com maior temperatura em Kelvins são as que dão sensação mais fria”, completa Osires Abreu, arquiteto especializado em luminotecnia da Osires & Rommel Arquitetura, em Fortaleza (CE). No entanto, a recomendação para home offices é misturar as duas temperaturas, ou seja, utilizar uma lâmpada de luz fria na mesa de trabalho e, no resto dos ambientes, luzes mais quentes, por volta de 3000K.
Cor das paredes: a escolha da tinta ou papel de parede também influencia na hora de planejar a iluminação. “Teoricamente, um espaço todo branco é mais eficiente que o preto. Quanto mais cor existir, menor a recepção da luz”, explica Giovanetti. “Paredes mais claras refletem mais luz, enquanto as mais escuras refletem menos. Por isso, ambientes com cores mais escuras tendem a precisar de mais lâmpadas para compensar a falta de absorção.”
Layout:  para definir onde serão dispostos os pontos de luz, é preciso saber primeiramente onde se encontram os móveis, ou seja, o layout de ambientação. É esse planejamento que permite, por exemplo, a instalação de uma iluminação decorativa, que privilegiará com mais ou menos luz em cada cantinho. “Em um espaço de home office, o ideal é usar sempre iluminação decorativa, pois confere mais aconchego”, aconselha o consultor de iluminação da Sylvania Iluminação.
Iluminação natural: em alguns casos, opta-se pelo uso de luz natural – o que, em termos de economia e sustentabilidade, é até mesmo preferível. Mas é preciso equilibrar a luminosidade que vem de fora com a artificial, de modo a alcançar a quantidade indicada para ambientes de trabalho (500 lux). “Sugiro que seja utilizada a medição por luxímetro [aparelho que mede a quantidade de iluminação em um determinado local], pois cada região do país há luminosidades solares diferentes. Ele fornecerá a quantidade de lux existente no ambiente em diversas horas do dia e assim poderá ser determinado o tipo de iluminação artificial”, recomenda Vanessa.

Para home offices, o que Giovanetti aconselha é aproveitar ao máximo o sol. “Existem sistemas que fazem a medição por meio de sensores da luz natural e automaticamente regulam a intensidade da lâmpada, para que ela apenas complemente a luminosidade”, conta. Trata-se de um sistema de acionamento por presença ou tecla, em que fotocélulas medem a intensidade do ambiente. “Essa fotocélula manda informação para uma central, que devolve a informação para o reator da lâmpada, diminuindo sua intensidade”, completa. Para que funcione corretamente, esse reator deve ser dimerizável, ou seja, que permitem regular o facho de luz (ao contrário dos regulares, que apenas acendem ou apagam).
Onde encontrar:
Sylvania Iluminação – www.havells-sylvania.com.br .
Vanessa Cassol – Tel.: (94) 9255-5860 – www.vanessacassol.com.br .
Osires & Rommel Arquitetura – Tel.: (85) 3267-1154 – http://www.osireserommel.com.br .
Gasômetro Pisos e Madeiras Tel.: (11) 3228-1522; www.gasometromadeiras.com.br.
Santa Mônica Tapetes e Carpetes Tel.: (11) 3085-1866; SAC: 0800-16-0255; www.smonica.com.br.
Tok & Stok SAC: 0800-701-0161; www.tokstok.com.br.
Le Lis Blanc Casa Tel.: (11) 3083-2549; www.lelisblanc.com.br.
Wallpaper Tels. (11) 3062-2899, 3032-9811; www.wallpaper.com.br
Arte Própria Tels.: (11) 3088-6696, 3088-3112, 3294-1390, 3294-1392; www.artepropria.com.br.
Maria Lúcia Padovani Tel.: (11) 9187-6192.
Lizandra Maluf e Melissa Ferraz Tels.: (11) 4231-2970, 9166-0321; malufeferraz.com.br.
Sevom Rios Tel.: (11) 4455-7532; marcenariasevomrios.com.br.
Lanailla Cortinas Tel.: (11) 4221-8780.
Alamanda Home Tel.: (11) 4436-4714, 4979-5536; alamandahome.com.br.
Vidros Regina Tel.: (11) 4224-6692.
A Especialista Tel.: (11) 2252-3090, (11) 3043-9142; www.aespecialista.com.br.




Fonte: Portal Decoração 

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Casa em Manhattan tem piscina no meio da sala. Veja o projeto

Moradora precisou usar uma jangada para decorar a parede sem se molhar.


Quem disse que para ter uma piscina em casa é preciso contar com uma área externa de medidas generosas? Essa residência, localizada no bairro de Chelsea, em Manhattan, em Nova York, prova o contrário. A excêntrica propriedade conta com um tanque com capacidade para 100 mil litros de água bem no meio da sala. De acordo com o jornal americano Wall Street Journal, o lugar pertencia a um homem solteiro, que o deixou de herança para sua irmã, Evelyn McMurray Van-Zeller. A nova dona colocou-o à venda por US$ 11 milhões, mas ainda não encontrou um comprador.

Para Evelyn, um dos maiores desafios foi redecorar a área ao redor da piscina, com obras de arte e antiguidades, como uma armadura medieval. Ela precisou usar uma espécie de jangada para chegar até uma escada, que colocou perto da parede de tijolos aparentes. “Improvisar é muito importante quando você tem uma casa assim”, disse ela à publicação. “Mas a boa notícia é que se você cair, vai direto para a água”, completa.

Além da sala com piscina, a residência conta com outros ambientes de luxo. São seis quartos, cinco banheiros e um jardim na cobertura, com outra piscina menor, usada pelas tartarugas de estimação de Evelyn. A casa tem ainda uma sauna e uma academia.